Saiba tudo sobre os adoçantes


1. Quais são as principais características dos adoçantes que encontramos no mercado? A sacarina e a estévia apresentam um gosto residual amargo. Diferentemente do acessulfame-K, do ciclamato e da sucralose, que não contam com esse sabor. Já o aspartame é o que mais se aproxima do gosto do açúcar.

2. Eles são mais adocicados que o próprio açúcar? “Sim. São até 600 vezes mais doce, mas não possuem sacarose, o açúcar da cana-de açúcar. Dessa maneira, não alteram o índice glicêmico no sangue ou fornecem calorias”, explica Filippo Pedrinola, endocrinologista da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SP).

3. Seu consumo é prejudicial à saúde? A Organização Mundial da Saúde (OMS) aprova o uso, desde que consumidos de acordo com a recomendação diária: uma pessoa de 60 quilos pode ingerir até 2.400 mg.

4. Qual é a diferença entre um adoçante natural e um artificial? A origem da substância. A sucralose, por exemplo, deriva da cana-de-açúcar. Já o aspartame é feito a partir de aminoácidos.

5. Como escolher entre tantas opções? Uma vez que todas são seguras para o consumo humano, a decisão deve ser baseada naquela que melhor se adapta ao seu paladar. Por isso, teste todos eles antes de optar por um.

6. Existe alguma contraindicação para o uso deles? Não, mas é importante não ultrapassar a ingestão diária aceitável, como explicamos antes.

7. Todos mantêm o sabor quando expostos a altas temperaturas? A sacarina, o ciclamato, o acessulfame-K, a estévia e a sucralose podem ser usados para fins culinários normalmente. Já o aspartame, por conta de sua estrutura química, é sensível ao calor e não deve ser adicionado a misturas quentes.

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